Do Modernismo ao Contemporâneo: um encontro na Romanzza Rio
No coração pulsante do Casa Shopping, durante a efervescente DW! Semana de Design Rio, a Romanzza abriu suas portas para um mergulho poético na essência do design brasileiro. O espaço se transformou em palco de diálogo entre tempos e estilos, onde o modernismo — com sua ousadia geométrica e espírito de ruptura — encontrou o contemporâneo, marcado pela fluidez, pela diversidade e pela busca de identidade.
O workshop não foi apenas uma troca de ideias, mas uma celebração sensorial. Cada detalhe, do mobiliário à iluminação, parecia narrar a história de um Brasil que se reinventa sem perder suas raízes. Designers, arquitetos e apaixonados pela estética se reuniram para revisitar ícones modernistas, reinterpretando-os sob a lente atual, em que a sustentabilidade, a tecnologia e a afetividade se entrelaçam.
Entre conversas inspiradoras e olhares atentos, emergiu a percepção de que o design brasileiro é mais do que forma: é memória, é cultura, é emoção. A Romanzza, com sua atmosfera acolhedora, tornou-se o cenário perfeito para esse encontro de gerações criativas, reafirmando que o design é, sobretudo, uma ponte entre passado e futuro.
Assim, o workshop deixou de ser apenas um evento e tornou-se experiência — um convite para sentir, refletir e celebrar o Brasil que se expressa em linhas, cores e texturas.

Arquitetos, designers e formandos, me prestigiaram neste super workshop, recebidos por Alexandre e Denise ao centro, ao meu lado, nesta super foto!


O modernismo foi um movimento artístico, cultural e literário inspirado pelas inovações artísticas das vanguardas europeias (cubismo, futurismo, dadaísmo, expressionismo e surrealismo),que teve início com a Semana de Arte Moderna, em São Paulo, de 13 a 18 de fevereiro de 1922. O objetivo do movimento era romper com o radicionalismo e com as regras sobre como fazer arte. Os principais marcos do Modernismo no Brasil são: A Semana de Arte Moderna de 1922 que influenciou também o design de móveis. Arquitetos e designers como Oscar Niemeyer, Lina Bo Bardi, Joaquim Tenreiro e Sérgio Rodrigues buscaram criar um estilo brasileiro que fosse funcional, inovador e adaptado à realidade do país. O uso de materiais como madeira curvada, metal e fibra de vidro se tornou frequente, assim como formas curvas e cores vibrantes. A produção em série também começou a ganhar espaço, tornando os móveis mais acessíveis à população.




E que venha o próximo, cheio de glamour, aprendizagem acelerada, neurociencia aplicada e muita, muita diversão e networking!!!!!
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